tudo não passa de mim
todos os objectos
todas a pessoas
tudo o que conheço
são obras minhas
da minha mente
quando saio
tudo deixa de existir
quando entro
tudo vive
em prol do eu
arquitecto deste meu mundo
ao cerrar meus olhos
tudo se conjectura
de acordo com o guião
encenador desta peça, eu
;
o imberbere
terça-feira, 4 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
(respir)AR
Inspiro
Encho os meus pulmões de ar,
Ar pegajoso e espesso.
Queria sentir ar vazio.
Ar infértil, estéril que
nada produz
Ar sem gente!
Ar silêncio!
Ar … Simplesmente Ar!
∆quarel∆
A Ferros, todos !
Completamente
perdido
por nunca
ainda rendido
saturado de mim
e de mim o outro
olhando-os à
relativa distância
que se lhes pode ter,
em profunda
repugnância
a náusea pura,
o outro
o que os 2ois atura.
Mas que digo... ?
Assim eu falando
meu
pensamento
mudo ?
Reunir eu
ainda outro
um em mim 3erceiro...
Basta!
Mas Todos!
Basta!
Todos e cada um,
ide de mim
Basta!
Que não respiro...
...Sufóco...
stou que,
¡já não vos
posso nem Vêr !
p.agá.5incoponto5inco
sexta-feira, 10 de maio de 2013
LumNi@
Quisera eu
pisar
descalço
com os pés
de Francesco
Sentir a viDa
NUA
[crua se o bem pensarmos]
Verdadeira
Inmácula
de {i}racionais
Ilusões
tocá-la
na eSSência
Pura
et
úmbriA
¡ah
Francesco!
A luX
da Irmã Lun@
derramada
alva
na Noite [mais] EscurA
¡ah
Francesco!
Tu o sabes
1rimeiro
Serás
aquém
meus braços se irão
abrir
na Hora do Spírito
no momentum
em
Fronte
do
Altissimu,
onnipotente bon Signore
[
T ]
Ph.cincoponto5
quarta-feira, 10 de abril de 2013
FaLo com DeUϨ
Com DeuϨ
FALʘ
Conversas sem Sentido
ALGUM
«RESPE(i)CT(inho)
(ele à coisas com as quais não se brinca!)!»
Porque Algum
SENTIDʘ
lhes encontro.
¿
Que sentido poderá
ter
ele ( com éle
MAIÚSCULO )
que é DeuϨ
Simultaneamente
(num [com]Temp[L]o e Lugar)
O
Δlpha & Ωmega - “O DeUϨ” ?
Sentido
encontro
bem
FUNDʘ
em
mIm
No
Sentir
que
Sentido
simplesmente
tem
NƱ
dizer-lhe
(novamente com com éle MAIÚSCULO )
«RESPE(i)CT(inho)
(ele à coisas com as quais não se brinca!)!»
¡[Δ]DeUϨ!
{pã}
@nÓniMo
[apropriado
para ele (renovadamente com éle MAIÚSCULO) não
saber quem foi]
segunda-feira, 1 de abril de 2013
[em]ergo
[em]ergo
Olho
para os olhos quentes do meu filho, tem olhos estrelados; lá
bem no fundo contêm toda a essência do Universo.
Seus
olhos cintilam como estrelas, parecem cavalos que galopam
majestosamente pela minha vista...
Ele
contava-me seus sonhos, suas mágoas, seus segredos do
Universo; sempre com aquele olhar, firme mas (a)doce.
Somos
um só.
Todas
as noites, nós os dois, ficávamos a olhar ... A olhar o
horizonte...
A
contemplar as estrelas.
Não
tínhamos um propósito definido; provavelmente era tão
só o bocado de luz daquele sorriso, que me queimava o olhar.
Era
belo ...
Depois
ficávamos a olhar calados.
Meus
olhos cicatrizavam nesse momento.
Meditáramos
sobre algo, algo que eu não sabia ...
Eu
fartara-me e saía do jardim, ia para o quarto, mas, ele, lá
ficava; Ser pensante...
Quando
o sol acordava e dava, àquele jardim, um aspecto mágico,
lá estava ele, a observar aquele espectáculo celestial
!
Os
raios de sol, batiam nas telhas de cor barro; era o sinal que mais um
dia começara.
E
ele, lá estava... A olhar fixamente as rosas e me dizia: - O
tempo irá murchar com estas rosas e com nossos corações!
Nesse
momento o tempo parava para descansar [arfar] ... os ventos
acariciavam-lhe o rosto, como o faziam os beijos de sua Mãe.
Nesse
momento, o tempo não nos roubava o tempo da Alegria.
Esta
vez foi singular, foi peculiar... FOI DIFERENTE !
O
Spírito::Vento, lentamente, começou a amainar a sua já
suave brisa de acariciar...
Despede.se
com um último manso silvo, murmurante pelas folhas do
Carvalho.Mais.Velho.que.Nosso.Lembrar!
Tempo
e Vento pausaram solenemente, como obedecendo a uma ordem de um Ser
trans[as]cendente.
O
SILÊNCIO, Imponente Omnipotente, tomou todo aquele Jardim !
Naquele
minucioso instante, deixamos de existir, sem cativeiro do Tempo e
matéria do Lugar.
Invisível
[como se manifestam as coisas do Alto] chegou.nos o abraçar
de todo o Firmamento...
...grão
d' areia – árvore – nuvem – pó - sol – galáxia
- Deus – dEUSES – Irmãos – Cosmos – lágrima –
Irmãos – gesto – mão – Grito – Sorriso – Lua
– Mar – Voar – Dor – Olhar – Morrer – penumbra – cópula
– Ventre – Nascer – Beijar – pétala – chuva – AMOR
– Grão d' areia – árvore – nuvem – pó -
sol – galáxia - Deus – dEUSES – Irmãos – Cosmos
– lágrima – Irmãos – gesto – mão –
Grito – Sorriso – Lua – Mar – Voar – Dor – Olhar –
Morrer – penumbra – cópula –Ventre – Nascer – Beijar
– pétala – chuva – AMOR – Grão d' areia –
árvore – nuvem – pó - sol – galáxia - Deus
– dEUSES – Irmãos – Cosmos – lágrima – Irmãos
– gesto – mão – Grito – Sorriso – Lua – Mar –
Voar – Dor – Olhar – Morrer – penumbra – cópula –
Ventre – Nascer – Beijar – pétala – chuva – AMOR ...
[¿]
Foi um Sonho [?], perguntarás tu que lês...
[¿]
Foi ...[?] - insistirás Tu.
Te
confrontas apenas com . . . a ∆LMA
[em] SilênciΩ !
[prosa
a duas mãos - Porescrito & pH 5.cinco]
segunda-feira, 25 de março de 2013
Estava à Janela…
Estava à
Janela…
Onde os
aromas da vida perfumam minhas narinas, um cheiro doce e profundo, que se reflecte
no meu olhar meigo e fresco.
Choro…
Não passa
de uma ilusão!
Olho em
redor.
Vejo a
planície branda e verdejante…
Nada!
Já não me
reconhece, apagou-me do seu livro de memórias.
Já não
existo!...
O rio,
todas as manhãs de Primavera, me dava um repuxo de luz, que penetrava a minha
carne e jazia em meu coração.
Era o único
sinal que provava que eu estava vivo!
Agora também
ele não me reconhece…
Não me
entra pelas 7ete portas da minha alma, das minhas 7ete vidas.
E ao
desmaiar da tarde, quando o sol beijava, em despedida, as searas, pintava-as
com os seus raios doirados!
O Sol!
O pintor do
mundo!
Que todos
os dias se aconchega na relva fofa, dorme profundamente
Colado ao
rosto dela…
Eu fujo da
minha prisão, tacteando as paredes estreladas, estou vivo!
Já vivi
mais um dia.
Assim,
estava eu à Janela . . .
Neste meu
adentramento, dentro de mim, numa outra realidade em que me conheço, porque
também ela é a minha.
…Em minha mão
direita, uma leve pressão!
Sinto-a e
me desperta, deste despertar da mente, vagueante por infinitos mundos meus.
Sinto que è
uma outra pele, que reconheço de um meigo fundo!
Olho a
minha mão. . . vejo uma outra, outra mão, que é a mão de minha Mãe!
Me invade
um calor, de mil brilhantes sóis, de Amor!
Me escuso a
voltar o olhar . . . pois sei que lá está aquele sorriso cheio de infinito e o
Olhar Luar cintilante de Lua Cheia.
Eu sei . .
. stão lá!
Olho apenas
em frente, onde existe aquela árvore, a mais perfeita de todas, em que aquelas
mãos empurravam um baloiço, onde estava eu, e me sussurrava . . . “não temas. .
. voa . . . voa até sentires o firmamento ser teu … “
O mesmo
sussurro que ouvia . . . a entrar em
brisa . . . enquanto estava à Janela!
[prosa a duas mãos - Porescrito & pH 5.cinco]
Subscrever:
Mensagens (Atom)