sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Ferros, todos !



Completamente perdido
por nunca
ainda rendido
saturado de mim
e de mim o outro

olhando-os à
relativa distância
que se lhes pode ter,
em profunda
repugnância
a náusea pura,
o outro
o que os 2ois atura.

Mas que digo... ?
Assim eu falando
meu
pensamento
mudo ?

Reunir eu
ainda outro
um em mim 3erceiro...

Basta!
Mas Todos!
Basta!
Todos e cada um,
ide de mim
Basta!

Que não respiro...
...Sufóco...
stou que,
¡já não vos

posso nem Vêr !



p.agá.5incoponto5inco




sexta-feira, 10 de maio de 2013

LumNi@




Quisera eu
pisar
descalço
com os pés
de Francesco

Sentir a viDa
NUA
[crua se o bem pensarmos]

Verdadeira
Inmácula
de {i}racionais
Ilusões

tocá-la
na eSSência
Pura
et
úmbriA

¡ah Francesco!
A luX
da Irmã Lun@
derramada
alva
na Noite [mais] EscurA

¡ah Francesco!
Tu o sabes
1rimeiro
Serás
aquém
meus braços se irão abrir
na Hora do Spírito
no momentum
em
Fronte
do
Altissimu, onnipotente bon Signore


[ T ]



Ph.cincoponto5





quarta-feira, 10 de abril de 2013

FaLo com DeUϨ




Com DeuϨ
FALʘ
Conversas sem Sentido
ALGUM
«RESPE(i)CT(inho) (ele à coisas com as quais não se brinca!)!»
Porque Algum
SENTIDʘ
lhes encontro.
¿ Que sentido poderá
ter
ele ( com éle MAIÚSCULO )
que é DeuϨ
Simultaneamente (num [com]Temp[L]o e Lugar)
O Δlpha & Ωmega - “O DeUϨ” ?
Sentido
encontro
bem
FUNDʘ
em mIm
No Sentir
que Sentido
simplesmente tem
NƱ
dizer-lhe (novamente com com éle MAIÚSCULO )
«RESPE(i)CT(inho) (ele à coisas com as quais não se brinca!)!»
¡[Δ]DeUϨ! {pã}



@nÓniMo
[apropriado para ele (renovadamente com éle MAIÚSCULO) não saber quem foi]





segunda-feira, 1 de abril de 2013

[em]ergo




[em]ergo



Olho para os olhos quentes do meu filho, tem olhos estrelados; lá bem no fundo contêm toda a essência do Universo.
Seus olhos cintilam como estrelas, parecem cavalos que galopam majestosamente pela minha vista...
Ele contava-me seus sonhos, suas mágoas, seus segredos do Universo; sempre com aquele olhar, firme mas (a)doce.
Somos um só.
Todas as noites, nós os dois, ficávamos a olhar ... A olhar o horizonte...
A contemplar as estrelas.
Não tínhamos um propósito definido; provavelmente era tão só o bocado de luz daquele sorriso, que me queimava o olhar.
Era belo ...
Depois ficávamos a olhar calados.
Meus olhos cicatrizavam nesse momento.
Meditáramos sobre algo, algo que eu não sabia ...
Eu fartara-me e saía do jardim, ia para o quarto, mas, ele, lá ficava; Ser pensante...
Quando o sol acordava e dava, àquele jardim, um aspecto mágico, lá estava ele, a observar aquele espectáculo celestial !
Os raios de sol, batiam nas telhas de cor barro; era o sinal que mais um dia começara.
E ele, lá estava... A olhar fixamente as rosas e me dizia: - O tempo irá murchar com estas rosas e com nossos corações!
Nesse momento o tempo parava para descansar [arfar] ... os ventos acariciavam-lhe o rosto, como o faziam os beijos de sua Mãe.
Nesse momento, o tempo não nos roubava o tempo da Alegria.
Esta vez foi singular, foi peculiar... FOI DIFERENTE !
O Spírito::Vento, lentamente, começou a amainar a sua já suave brisa de acariciar...
Despede.se com um último manso silvo, murmurante pelas folhas do Carvalho.Mais.Velho.que.Nosso.Lembrar!
Tempo e Vento pausaram solenemente, como obedecendo a uma ordem de um Ser trans[as]cendente.
O SILÊNCIO, Imponente Omnipotente, tomou todo aquele Jardim !
Naquele minucioso instante, deixamos de existir, sem cativeiro do Tempo e matéria do Lugar.
Invisível [como se manifestam as coisas do Alto] chegou.nos o abraçar de todo o Firmamento...

...grão d' areia – árvore – nuvem – pó - sol – galáxia - Deus – dEUSES – Irmãos – Cosmos – lágrima – Irmãos – gesto – mão – Grito – Sorriso – Lua – Mar – Voar – Dor – Olhar – Morrer – penumbra – cópula – Ventre – Nascer – Beijar – pétala – chuva – AMOR – Grão d' areia – árvore – nuvem – pó - sol – galáxia - Deus – dEUSES – Irmãos – Cosmos – lágrima – Irmãos – gesto – mão – Grito – Sorriso – Lua – Mar – Voar – Dor – Olhar – Morrer – penumbra – cópula –Ventre – Nascer – Beijar – pétala – chuva – AMOR – Grão d' areia – árvore – nuvem – pó - sol – galáxia - Deus – dEUSES – Irmãos – Cosmos – lágrima – Irmãos – gesto – mão – Grito – Sorriso – Lua – Mar – Voar – Dor – Olhar – Morrer – penumbra – cópula – Ventre – Nascer – Beijar – pétala – chuva – AMOR ...



[¿] Foi um Sonho [?], perguntarás tu que lês...
[¿] Foi ...[?] - insistirás Tu.
Te confrontas apenas com . . . a ∆LMA [em] SilênciΩ !




[prosa a duas mãos - Porescrito & pH 5.cinco]










segunda-feira, 25 de março de 2013

Estava à Janela…





Estava à Janela…


Onde os aromas da vida perfumam minhas narinas, um cheiro doce e profundo, que se reflecte no meu olhar meigo e fresco.
Choro…
Não passa de uma ilusão!
Olho em redor.
Vejo a planície branda e verdejante…
Nada!
Já não me reconhece, apagou-me do seu livro de memórias.
Já não existo!...
O rio, todas as manhãs de Primavera, me dava um repuxo de luz, que penetrava a minha carne e jazia em meu coração.
Era o único sinal que provava que eu estava vivo!
Agora também ele não me reconhece…
Não me entra pelas 7ete portas da minha alma, das minhas 7ete vidas.
E ao desmaiar da tarde, quando o sol beijava, em despedida, as searas, pintava-as com os seus raios doirados!
O Sol!
O pintor do mundo!
Que todos os dias se aconchega na relva fofa, dorme profundamente
Colado ao rosto dela…
Eu fujo da minha prisão, tacteando as paredes estreladas, estou vivo!
Já vivi mais um dia.
Assim, estava eu à Janela . . .
Neste meu adentramento, dentro de mim, numa outra realidade em que me conheço, porque também ela é a minha.
…Em minha mão direita, uma leve pressão!
Sinto-a e me desperta, deste despertar da mente, vagueante por infinitos mundos meus.
Sinto que è uma outra pele, que reconheço de um meigo fundo!
Olho a minha mão. . . vejo uma outra, outra mão, que é a mão de minha Mãe!
Me invade um calor, de mil brilhantes sóis, de Amor!
Me escuso a voltar o olhar . . . pois sei que lá está aquele sorriso cheio de infinito e o Olhar Luar cintilante de Lua Cheia.
Eu sei . . . stão lá!
Olho apenas em frente, onde existe aquela árvore, a mais perfeita de todas, em que aquelas mãos empurravam um baloiço, onde estava eu, e me sussurrava . . . “não temas. . . voa . . . voa até sentires o firmamento ser teu … “
O mesmo sussurro que ouvia  . . . a entrar em brisa . . . enquanto estava à Janela!


[prosa a duas mãos - Porescrito  &  pH 5.cinco]







quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Cavaleirʘ AbsurÐΘ






Depois disto

o que vem

o

Absurdo Mudo,

nisso a Vida

é

aplicada em cumpridora



no fossado

levando em batalha

quadrada vantagem

aguarda ella

lá altiva

do

alto

elmo

cintilando

de absurdo

em silêncio

FRIA.



combatê.la

de uma só maneira

Sublime Gerreiro

empunhando

ab:so:luto

de forjada

vontade Toda

o temperado

ferro de Absurdo

FRIO



pH 5.cInco